10 razões para investir nos mercados emergentes
10 razões para investir em fundos dos mercados emergentes
1 Elevadas taxas de crescimento
À semelhança dos últimos anos, os mercados emergentes deverão continuar a registar taxas de crescimento bastante superiores às das economias desenvolvidas. Países como a China, Índia e Brasil deverão reportar este ano subidas do PIB próximas dos dois dígitos.
Um dos pontos fortes das economias emergentes é a demografia. Para os analistas do Citigroup, as questões demográficas apresentam um “outlook” atractivo no Médio Oriente, África e no Sul da Ásia.
Embora não tenham escapado imunes à crise financeira que se abateu sobre os mercados no Verão de 2007, esta é uma crise que foi gerada no seio da banca dos países desenvolvidos. Assim sendo, os bancos dos emergentes surgem com balanços livres dos problemas do “subprime”.
Um dos principais problemas dos países emergentes é a grande necessidade de infraestruturas. Auto-estradas, hospitais ou escolas são algumas das infraestruturas em défice nestes países. Para o Citigroup, os mercados emergentes vão precisar de investir fortemente na construção de infraestruturas nos próximos anos.
Durante vários anos, o consumo das populações dos mercados emergentes limitavam-se aos bens de necessidade primária e à alimentação. No entanto, em países como o Brasil ou a China, a população tem vindo a ganhar poder de compra. Banca, telecomunicações ou retalho são alguns dos sectores que podem beneficiar.
Os mercados emergentes controlam a maioria dos recursos naturais a nível mundial. Petróleo, metais e outros recursos naturais abundam nestes países. Esta posição dominante abre oportunidades para as empresas de matérias-primas bem colocadas nestes mercados.
Depois de um ano de fortes ganhos nas bolsas, a expectativa dos analistas aponta para um regresso do movimentos de fusões e aquisições. Um movimento que deverá ser liderado pelas empresas dos mercados emergentes.
Um dos temas de investimento para 2010 é, sem dúvida, a aposta nos mercados emergentes. A maioria dos analistas acredita que continua a haver potencial de valorização nestes mercados, apesar da escalada dos últimos meses.
A rápida intervenção dos governos dos países em desenvolvimento, através da implantação de programas de estímulo, permitiu aos emergentes recuperarem mais rapidamente.
A retoma económica deverá consolidar-se em 2010, impulsionando a economia global. Os mercados emergentes vão liderar o crescimento.
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