Organização, um lápis e uma calculadora. É quanto basta para poupar uns milhares de euros na factura a pagar às Finanças.
Concentre-se em dois itens: as deduções à colecta e os benefícios fiscais.
Entre as deduções à colecta mais comuns e fáceis de contabilizar estão as despesas de saúde, de educação, habitação e informática.
Só estas três últimas permitem uma poupança de 1.517,6 euros nos impostos que tem de pagar.
O número só não é maior porque as despesas de saúde, que não têm limite de dedução, não entram para as contas.
Depois os Planos Poupança-Reforma (PPR), cuja dedução pode ir até aos 400 euros para os contribuintes com menos de 35 anos e, no mínimo, até 300 euros para os maiores de 50, desde que ainda não aposentados. No entanto, como são produtos com finalidades e taxas de benefício diferentes, carecem de alguma análise. Assim, não invista no primeiro que lhe sugerirem.
Não esqueça também as contas dos seguros. Entre os prémios de protecção contra acidentes pessoais, vida e saúde, o abate pode ir até aos 144 euros por sujeito passivo. Mais: nos seguros de saúde o limite aumenta 41 euros por cada dependente do agregado.
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Ser altruísta compensa.
Aliás, é duplamente compensador. Além do regozijo da ajuda em si, possibilita ainda Read more…
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