Dica importante num seguro de vida

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Muitas vezes somos obrigados a celebrar um seguro de vida, por exemplo na compra de uma casa os bancos exigem sempre o seguro de vida para salvaguardar o seu investimento.

Todos os seguros de vida são diferentes e têm nuances que devem ser estudadas, nós destacamos uma que parece de menor importância mas que faz toda a diferença caso aconteça um azar.

Quando contratarmos um seguro de vida devemos ter em atenção se o seguro cobre a Invalidez Absoluta e Definitiva ou Invalidez Total e Permanente.

Quase parece que estamos a falar da mesma coisa, mas lendo as definições que disponibilizamos em baixo, vão perceber que a diferença entre as coberturas é significativa e praticamente faz a diferença entre ser declarado inválido e activar o seguro e não conseguir e não conseguir sacar o prémio do seguro.

INVALIDEZ ABSOLUTA E DEFINITIVA

A Pessoa Segura, que é objecto de um contrato de seguro de vida, é considerada em estado de Invalidez Absoluta e Definitiva quando, por consequência de doença ou acidente, fique total e definitivamente incapaz de exercer qualquer actividade remunerada e na obrigação de recorrer à assistência de uma terceira pessoa para efectuar os actos ordinários da vida corrente.

O facto da Pessoa Segura ser considerada em estado de grande invalidez pela Segurança Social, não é condição suficiente para a atribuição de um estado de Invalidez Absoluta e Definitiva, no âmbito da generalidade dos contratos de seguros de vida.

Esta atribuição dependerá em todos os casos da análise da Seguradora e em caso de desacordo com o Tomador do seguro, a decisão final caberá a uma comissão arbitral.

O reconhecimento de Invalidez Absoluta e Definitiva é mais difícil de ser reconhecido que o de Invalidez Total e Permanente, exigindo um grau de incapacidade e dependência maior por parte da pessoa seguro, de maneira a ser assim considera.

INVALIDEZ TOTAL E PERMANENTE

A Pessoa Segura, que é objecto de um contrato de seguro de vida, será considerada inválida total e permanentemente quando, em consequência de doença ou acidente, se encontrar definitivamente incapacitada de exercer a sua profissão ou qualquer outra actividade lucrativa correspondente aos seus conhecimentos e capacidades.

A referida invalidez só será considerada total quando o grau for igual ou superior a 75%.

Na prática, a Invalidez Total e Permanente é mais facilmente reconhecida que a Invalidez Absoluta e Definitiva, exigindo esta última graus de incapacidade e dependência maiores.

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