Melhores opções para o aquecimento de casa

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Estradas cortadas, distritos em alerta azul, temperaturas negativas e cidades cobertas de branco.

Agora que as escalfetas são vendidas como objectos decorativos e o saco de água quente já não tem o mesmo glamour, são as vendas de aquecedores portáteis que disparam assim que o Inverno ataca.

Que procuram os consumidores? Os aquecedores mais baratos.
O que deviam procurar? Os mais adequados às características da sua casa.

Antes de decidir que aquecimento vai comprar, o consumidor deve ter em conta vários factores, por exemplo, o tamanho da casa ou das assoalhadas a aquecer.

É que é muito diferente comprar um aquecedor para um quarto de 12 metros quadrados e um para uma sala de 30 metros quadrados. Por outro lado, há que ter noção da exposição solar da casa – a nascente ou poente – e de que forma essa orientação influencia a captura de calor dentro da habitação. Convém ainda saber que tipo de isolamento a casa tem instalado e qual o tipo de construção – se a casa é fria no Inverno e quente no Verão, talvez deva considerar um sistema mais duradouro, ou, no mínimo, isolar as janelas.

Por fim, as temperaturas médias da zona também são importantes. Quem vive em Faro, por exemplo, gozará hoje de temperaturas na ordem dos 15oC a 17oC: nada que implique uma corrida à superfície de electrónica mais próxima.

Segundo a DECO/Proteste, que em Novembro de 2008 fez uma edição especial sobre o tema, é importante perceber qual o consumo energético de cada aparelho. Não interessa comprar um aquecedor a 9,99 euros se este devorar electricidade e não tiver sequer um regulador de temperatura – o que significa que estará sempre no máximo. Será ainda preferível escolher um modelo eléctrico. Se estiver interessado num termoventilador barato, assegure-se de que o nível de ruído é suportável.

No site da DECO/Proteste está disponível a partir de hoje (e até 24 de Janeiro) um simulador gratuito para determinar a melhor solução de aquecimento e a mais económica. Segundo as últimas contas da “Proteste”, a solução mais barata é o ar condicionado com bomba de calor (20 euros por ano) e a mais cara o aquecedor a parafina (165 euros).

Aquecedores a gás butano: entre 90 e 130 euros

Em tempos era uma opção económica, mas a subida dos preços da energia tornou o aquecedor a gás menos atractivo. Para a DECO//Proteste, esta solução soma custos anuais de 90 euros, embora o preço inicial não seja dos mais elevados. Por outro lado, tanto os aquecedores a gás como a parafina libertam dióxido de carbono e vapor de água no local onde estão a ser usados. A “Proteste” lembra que os aquecedores a gás butano só podem ser usados em divisões com mais de seis metros quadrados. Um dos mais recentes exemplos destes aquecedores é o HotSpot da Galp.


Aquecedores eléctricos: entre 10 e 120 euros

Os aquecedores móveis eléctricos incluem radiadores a óleo, convectores e termoventiladores. No primeiro caso, o ar frio entra por baixo e sai quente por cima; são silenciosos, mas pesados e lentos a aquecer.
A “Proteste” alerta para o risco de queimadura quanto se toca a parte superior. Isto já não existe nos termoventiladores, os mais baratos e simples: uma ventoinha, resistência eléctrica e caixa de plástico. São ruidosos, mas tornam-se indicados para a casa de banho. Já o radiador a óleo é bom para uso prolongado. O custo anual situa-se entre os 72 e os 81 euros.

Aquecimento central: entre 2 mil e 3200 euros

Se for de gás natural, é uma das opções mais económicas.
A “Proteste” sublinha que, quando se trata de sistemas a gás propano ou a gasóleo, o custo anual sobe consideravelmente (algo como 108 a 140 euros por ano, enquanto a gás natural ficará em 67 euros). Ainda assim, trata-se de um sistema conveniente, silencioso, que não liberta cheiros nem seca o ar, como acontece com os tradicionais sistemas de ar condicionado. Além disso, pode ser programado para ligar ou desligar conforme as suas necessidades e horários – um dos maiores benefícios.

Ar condicionado: entre 500 e 1300 euros

Continua a ser uma das melhores soluções a longo prazo e, nas contas da “Proteste”, a mais económica (se for ar condicionado com bomba de calor, custará apenas 20 euros por ano). Na edição de Maio de 2009, a revista aconselha a escolher um modelo “inverter”, que evita flutuações de energia e modera o consumo (os outros modelos usam a potência máxima assim que são ligados, o que é menos eficiente). É também sugerido que os filtros sejam limpos de 15 em 15 dias, para garantir a eficiência e deixar espaço livre à sua volta.

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